Renda: um clássico inabalável

A renda é um clássico do guarda-roupa feminino, esse tecido atravessa gerações e consegue, em cada uma delas, causar impressões e marcar tendências. Com certeza, você já usou alguma peça que tenha ao menos um detalhe em renda e sua mãe, tias e avós também.



O tecido começou a ganhar popularidade no período da Renascença, entretanto era um artigo luxuoso e caro. A Revolução Industrial barateou o preço da renda com a produção em grande escala e com o uso de outra matéria prima: o algodão, antes o artigo era composto por fios de linho.
Durante um bom tempo, a renda tornou-se artifício de produção quase que exclusivo de lingerie, o tecido deixou de ser usado nas roupas tradicionais e aparecia em grande quantidade nas peças de moda íntima feminina.


Mesmo depois de muitos anos, entre revoluções e transformações, o mundo da moda ainda abriga e explora esse tecido. A textura da renda e sua transparência dão um toque sensual e ao mesmo tempo romântico. O tecido passeia entre as linhas do doce e do provocante simultaneamente, o comportado de repente revela-se tentador. Talvez esse seja o grande segredo da renda o poder de demonstrar luxo, romantismo e sensualidade em uma mesma peça.


Hoje, o tecido é usado tanto em lingeries como em vestidos, blusas, acessórios e sapatos. O conjunto rendado Honey Be traduz sensualidade, romantismo e contemporaneidade. Para dar mais charme ao visual, a nossa dica é usar uma blusa morcego e deixar a alça do sutiã rendado aparecendo.


Curiosidade
Catarina Médici foi a responsável pela introdução da renda na corte francesa. O consumo do tecido alcançou um ritmo desenfreado, assim os cofres da corte foram praticamente esvaziados com o alto custo de importação. Para conter os gastos com o artigo de luxo, foi promulgado um decreto pelo rei da França que proibia o uso da renda.


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