Como não amar a cinta-liga?

A cinta-liga foi criada no início do século 20 para segurar as meias 7/8. O lado sexy da cinta-liga surgiu com as dançarinas de Charleston (dança criada no início da década de 1920, era um divertimento nos cabarés, as mulheres dançavam e mostravam mais as pernas porque as saias eram mais curtas) e de lá ganharam o mundo.


A cinta-liga é mais usada em momentos especiais, com um pouco de moderação. Por serem lindas e sensuais, automaticamente, passam a ideia de mulher fatal (o que pode não ser sua intenção diária). Atualmente existem milhares de modelos, com diversas texturas e cores e detalhes.



# Liga Única (persex)



O modelo liga única é o “queridinho” da mulherada e é considerado praticamente uma iniciação à cinta-liga. É o modelo mais usado e é colocado em apenas uma das pernas. Geralmente é combinado com sutiã e com o tradicional fio dental. É uma liga mais delicada e discreta, um verdadeiro charme. Se ainda não criou coragem para a cinta-liga completa, comece com essa. O sucesso é garantido.





# Tradicional



A cinta-liga tradicional é um arraso como todas nós já sabemos. Transborda sensualidade e provocação. Quem usa a “liga” tradicional, sabe muito bem o que quer. O charme fica por conta das meias 7/8 com rendas, bordados, babados, lacinhos... Junto a um combinado com a calcinha e o sutiã.




# Corsets e espartilhos



Muitas vezes a liga tradicional vem acompanhada do corset ou espartilho, que dão uma super afinada na cintura e deixam a mulher com cara de pin-up. São super elegantes e sensuais. Se quiser surpreender seu amado de verdade, essa é uma ótima escolha.




Seja com as pin ups, com as dançarinas de Charleston, ou com as mulheres atuais, cinta-liga sempre fez e fará sucesso. A cinta-liga é uma verdadeira arma feminina. Encanta, atiça, seduz... Levanta a auto-estima e faz com que qualquer mulher se sinta atraente e desejada. A Honey Be possui diversos modelos para todos os gostos, clique aqui e escolha o seu.



Mas lembre-se atitude sempre é o que mais importa. Afinal, nós sabemos do que uma mulher é capaz, com ou sem cinta-liga.


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